Quem decide hoje abre o ChatGPT, o Gemini ou o Perplexity e pede uma recomendação pronta. A resposta cita três marcas. Se a sua não está lá, você não perdeu posição: você saiu da conversa. GEO e AEO existem para colocar a sua marca dentro dessa resposta.
GEO e AEO fazem a sua marca ser citada quando o cliente pergunta a um assistente em vez de pesquisar. O diagnóstico sai em 10 dias e mede quem os quatro motores, ChatGPT, Gemini, Perplexity e Google AI Overview, citam hoje na sua categoria. Depois vem a infraestrutura de leitura por IA, o conteúdo com fonte e dado datado, e o relatório mensal de share of answer contra os concorrentes. O placar não é ranking, é citação.
A página de resultados dava dez links e o usuário escolhia. O assistente de IA dá uma resposta e cita duas ou três fontes. O clique que antes se dividia entre dez agora se concentra em quem foi citado.
Isso muda o jogo de posição para presença. Não adianta ser o quarto resultado se a resposta só mostra três marcas. E não adianta ter o melhor site se o modelo não consegue ler, entender e confiar no que está nele.
GEO (Generative Engine Optimization) trabalha para a sua marca ser escolhida como fonte pelos modelos generativos. AEO (Answer Engine Optimization) prepara o seu conteúdo para virar a resposta objetiva que o motor entrega. São disciplinas irmãs do SEO, com régua diferente: aqui o placar não é ranking, é citação.
Antes de escrever qualquer linha, medimos o que os motores respondem hoje sobre a sua categoria.
Montamos o conjunto de perguntas reais de compra da sua vertical, rodamos nos quatro motores e registramos: quem é citado, com que fonte, em que ordem e com qual descrição. Esse é o seu share of answer inicial.
Em paralelo, auditamos o seu site pela ótica de um agente de IA: ele consegue acessar, extrair e entender? Ou trava em JavaScript, bloqueio de robots e conteúdo que só existe dentro de imagem?
Sem linha nas entrelinhas. O que está aqui é o que a sua conta recebe.
Mapa de quem os motores citam hoje na sua categoria, por pergunta de compra, com print e data.
Renderização, robots, sitemap, HTML semântico e conteúdo acessível a crawler de IA. Roadmap priorizado.
Arquivo de orientação para modelos, política de crawler declarada e versão em Markdown das páginas-chave.
Schema.org de Organização, Serviço, FAQ, Produto e Autor. É assim que o modelo entende quem você é e o que vende.
Resposta direta no primeiro parágrafo, dado com fonte e data, tabela comparativa e FAQ. Formato que o modelo consegue extrair sem ambiguidade.
Presença nas fontes que os modelos leem: diretórios da vertical, comparativos, avaliações e menções editoriais.
"Sua marca vs alternativas", em linguagem neutra e verificável. É o tipo de conteúdo que a IA usa para montar recomendação.
Evolução mês a mês: em quantas perguntas você é citado, contra quem, e o que mudou desde a última rodada.
Segmentação das visitas vindas de assistentes no GA4, para separar o que veio de resposta de IA do que veio de busca clássica.
Acompanhamos quatro números: share of answer (em quantas perguntas de compra você aparece), posição na resposta (citado primeiro ou de passagem), fidelidade (o que o modelo diz sobre você bate com a verdade) e tráfego assistido por IA (sessões que chegam vindas de assistente).
Tudo com print, data e a pergunta exata usada. Auditável, do jeito que a gente faz com mídia.
Mapeamos as perguntas que decidem a venda e medimos quem é citado hoje.
llms.txt, robots, schema, renderização e versão legível por máquina.
Resposta objetiva no topo, dado com fonte, FAQ e comparativo.
Presença nas fontes que os modelos consultam para recomendar.
Rodada mensal nos quatro motores, comparação com concorrentes, ajuste do plano.
Se a sua venda passa por pesquisa e comparação (saúde, finanças, imobiliário, jurídico, educação, B2B de ticket alto), o assistente de IA já está no meio do caminho do seu cliente.
Também faz sentido quando o seu tráfego orgânico cai sem perda de posição: sinal clássico de resposta consumida sem clique. E quando o modelo fala de você de forma errada ou desatualizada, o que é pior que silêncio.
Ninguém controla o que um modelo responde, e quem promete posição garantida em IA está vendendo o que não tem. Não existe leilão para comprar citação, nem botão de correção.
O que dá para fazer, e é o que fazemos: aumentar de forma sistemática a chance de você ser a fonte escolhida, medir isso com método e corrigir o rumo todo mês, com o número na mesa.
Stack auditável, sem caixa preta. Todas as contas ficam em nome do cliente.
SEO disputa posição numa lista de dez links azuis. AEO (Answer Engine Optimization) prepara o conteúdo para virar a resposta objetiva que o motor entrega, com a informação extraível no primeiro parágrafo. GEO (Generative Engine Optimization) trabalha para a marca ser escolhida como fonte pelo modelo generativo quando ele redige a recomendação. A base técnica é a mesma, a régua muda: lá o placar é ranking, aqui é citação.
Com um conjunto fixo de perguntas de compra da sua vertical, rodado todo mês nos quatro motores que monitoramos: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Google AI Overview. Registramos em quantas perguntas a marca aparece (share of answer), se ela vem citada primeiro ou de passagem, e se o que o modelo diz sobre você bate com a verdade. Como a resposta não é determinística, a mesma pergunta é repetida na rodada e o resultado é tratado como frequência, não como resposta única. Tudo com print, data e a pergunta exata.
É um arquivo de texto em Markdown na raiz do domínio que lista as páginas-chave e explica, em linguagem direta, o que cada uma responde. Ele reduz o custo de leitura do modelo, que chega no conteúdo limpo em vez de atravessar menu, banner e script. Não é padrão oficial nem obrigação: nenhum motor garante que lê. Por isso ele entra como camada extra, junto do Schema.org e de uma versão em Markdown das páginas-chave, nunca como aposta única.
Modelo cita o que consegue atribuir. Uma afirmação com número, fonte e data é um trecho que o motor extrai inteiro e devolve com segurança, porque a origem está declarada ali. Sem data, versões conflitantes do mesmo dado competem e o motor tende a escolher a que tem procedência clara, que costuma ser a do concorrente. Por isso 100% do conteúdo que produzimos sai com fonte e dado datado.
Depende de qual crawler, e a distinção é a parte que mais gera erro. Um robô coleta conteúdo para treino, outro busca a página na hora de montar a resposta com citação. Bloquear o segundo tira a marca da resposta e do link que vem junto dela. No caso do Google, o AI Overview é servido pelo mesmo Googlebot da busca: bloquear significa sair também do resultado orgânico. A auditoria de leitura por IA revisa o robots linha a linha e declara a política de forma explícita, em vez de bloquear tudo por reflexo.
O diagnóstico entrega o retrato inicial em 10 dias. A infraestrutura de leitura por IA sai nas semanas 2 e 3, e as páginas decisivas são reescritas entre a semana 3 e a 6, então o efeito começa a aparecer quando o motor rebusca o site. Autoridade fora do site é o eixo lento, do mês 2 em diante, e é ele que sustenta a citação. O contrato é de 6 meses mínimo por isso, e a evolução vem no relatório mensal, sem promessa de posição garantida.